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A festa de Corpus Christi ou do Corpo e Sangue de Cristo é uma celebração de que vale a pena participar. A procissão solene, com uma grande Hóstia consagrada exposta num lindo ostensório, percorrendo ruas artisticamente atapetadas, com flores, serragem colorida, grãos, pinturas, etc. une, como raras vezes acontece, a liturgia oficial com a piedade popular.

Não deixa de ser edificante ver as comunidades se mobilizarem para preparar o tapete colorido num clima de confraternização e de colaboração. É uma festa que ainda faz ecoar o tempo pascal, quase como se fosse uma extensão da Quinta-feira santa. Por isso, é celebrada na quinta-feira depois do domingo da Santíssima Trindade, que por sua vez, acontece logo após o domingo de Pentecostes.

Como se iniciou a festa de ‘Corpus Christi’?

Ela surgiu há mais de 8 séculos, lá pelo século 13, quando foi instituída para toda a Igreja pelo Papa Urbano IV. Sua celebração, junto com a procissão, já era realizada na Bélgica, em Liège, como manifestação de gratidão a Deus pelo dom da Eucaristia, tal como pediam as visões de uma freira agostiniana, Ir. Juliana de Mont Cornillon.

Após o decreto do Papa, a festa aos poucos foi se estendendo às dioceses do mundo todo.

Como celebrar bem esta festa?

Esta festa nos oferece a certeza de que o mistério pascal, que celebramos desde quarta-feira de cinzas, até a festa de Pentecostes, está todo ele contido na Eucaristia. Cada vez que atualizamos a presença eucarística de Jesus, nas espécies do pão e do vinho consagrados e comungados, nós revivemos o tempo da Páscoa.

Portanto, por mais bonitos que sejam os enfeites desta festa, o centro da nossa fé e devoção deve ser a celebração da Santa Missa.

 

 

Fonte: A12